É aqui que o carisma precisa ser recolocado no centro da discussão, não como traço pessoal, magnetismo inato ou habilidade comunicacional superficial, mas como uma tecnologia social de liderança, capaz de operar onde normas, campanhas e discursos não alcançam: no campo da atenção, da presença, da reciprocidade, da confiança e da reconstrução dos vínculos humanos.